Seu cachorro ou gato desapareceu e seu coração parou por um instante? A gente entende esse medo – perder um pet é uma das sensações mais desesperadoras para qualquer tutor. Neste texto, vamos te mostrar se colocar um microchip no seu pet realmente vale a pena e como ele pode ajudar em momentos críticos.
Microchip em pets: vale a pena?
Sim, vale muito a pena colocar microchip em cachorro ou gato. O microchip é uma das formas mais seguras e eficazes de identificar seu pet caso ele fuja, se perca ou até mesmo seja roubado.
Vantagens principais:
Ajuda a localizar e identificar o pet em caso de perda
Não sai, não quebra e não é removível como uma coleira
É rápido, indolor e seguro
Facilita o contato com o tutor por hospitais veterinários e abrigos
Em cidades como Maringá, onde o fluxo de animais nas ruas é alto, microchipar seu pet pode fazer a diferença entre encontrá-lo em horas ou nunca mais ter notícias.
O que o tutor está querendo saber de verdade?
Se você está pesquisando sobre microchip para cães ou gatos, provavelmente está tentando entender se deve fazer isso logo, se é obrigatório ou se é seguro. Vamos responder tudo com clareza:
O que é um microchip?
É um dispositivo do tamanho de um grão de arroz, implantado sob a pele do pet (geralmente na região da nuca), que contém um código único. Esse código fica armazenado em um banco de dados com os dados do tutor.
Quem pode ler o microchip?
Somente clínicas veterinárias, hospitais veterinários e centros de controle de zoonoses com leitores próprios conseguem acessar essas informações.
O processo dói?
Não. A aplicação do microchip é rápida, feita por um veterinário, e dura poucos segundos. É semelhante a uma vacina, e não exige sedação ou cirurgia.
Ele funciona como rastreador GPS?
Não. O microchip não rastreia em tempo real. Ele serve para identificação. Se alguém encontrar seu cachorro ou gato e levá-lo a uma clínica veterinária ou hospital veterinário em Maringá , o microchip será lido e você será contatado.
Meu cachorro (ou gato) tá estranho, será que fugiu?
Muitos tutores relatam que seus pets “estavam agitados demais”, “tentaram fugir pelo portão” ou “ficaram ariscos antes de desaparecer”. Castrar, limpar o ambiente de estímulos e microchipar são medidas preventivas que evitam situações mais difíceis.
Em casos de emergência, como acidentes ou resgates, clínicas 24h como a VetôPet conseguem consultar rapidamente o código do microchip para entrar em contato com os tutores.
O microchip substitui a coleira?
Não. Coleiras com plaquinhas de identificação ajudam bastante, especialmente com o nome e telefone visíveis. Mas elas podem cair, se romper ou ser retiradas. O microchip, por estar dentro do corpo, é mais seguro e permanente.
Casos reais mostram a importância do microchip
Segundo dados da American Veterinary Medical Association (AVMA), cães com microchip têm 238% mais chance de voltar para casa do que aqueles sem. E gatos? Até 2000% mais chance.
Em Maringá, hospitais veterinários como a VetôPet recebem animais perdidos frequentemente – muitos deles sem nenhum tipo de identificação. Nesses casos, a identificação por microchip faz toda a diferença.
Quanto custa para colocar microchip em cachorro ou gato?
O valor pode variar de R$ 70 a R$ 150, incluindo aplicação e registro. É um investimento único, feito apenas uma vez na vida do animal.
É possível fazer esse procedimento em uma clínica veterinária em Maringá como a VetôPet, com assistência profissional e segurança.
Tem risco à saúde?
O microchip é feito com material biocompatível, ou seja, não causa alergias nem rejeições. Raramente há complicações, e os benefícios de segurança superam os riscos.
Quem deve colocar o microchip?
Todos os tutores que querem aumentar as chances de reencontrar seu pet em caso de fuga ou desaparecimento. Especialmente:
Animais muito agitados ou que fogem com frequência
Pets recém-adotados
Famílias com crianças, que podem deixar portões abertos sem querer
Pessoas que viajam muito com os pets
Microchip é obrigatório?
No Brasil, ainda não é obrigatório em todos os lugares, mas algumas cidades já exigem em campanhas de castração pública ou emissão de passaporte para transporte de animais.
Como funciona na VetôPet?
Na VetôPet, hospital veterinário 24h em Maringá, o processo é simples, seguro e feito por um veterinário . Após a aplicação, registramos o microchip em um banco nacional – garantindo que o pet seja identificado em qualquer lugar.
Contamos com leitores de microchip em nossa recepção e pronto-atendimento. Ou seja, se alguém encontrar um pet perdido e trouxer até nós, podemos localizar o tutor com mais agilidade.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Posso colocar o microchip em casa? Não. A aplicação deve ser feita por um veterinário, com material esterilizado e técnicas adequadas para evitar dor ou inflamação.
Quantos anos dura o microchip? O microchip dura por toda a vida do pet. Não precisa ser substituído nem recarregado.
Se meu cachorro for encontrado em outra cidade, vão conseguir me localizar? Sim, desde que seus dados estejam atualizados no banco de dados. Sempre mantenha telefone e endereço corretos.
Gato também pode colocar microchip? Claro! Gatos são mestres em escapadas silenciosas. O microchip aumenta muito as chances de reencontro.
O microchip pode quebrar dentro do corpo? É extremamente raro. Os dispositivos são encapsulados em materiais resistentes. Uma vez implantado corretamente, não apresenta riscos.

Então, quando devo microchipar meu pet?
Quanto antes, melhor. Especialmente se você já passou por um susto com fuga ou desaparecimento. Também é indicado antes deviagens, passeios com risco de fuga, ou mesmo no momento da castração, para aproveitar a ida ao veterinário.
A VetôPet Clínica Veterinária 24h em Maringá está sempre pronta pra cuidar do seu pet, inclusive com procedimentos como microchipagem, vacinação, castração e atendimento de emergência.
Acesse:vetopet.com.br




